quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O balanço do «Patriot Act»

Na histeria securitária que se seguiu ao 11 de Setembro de 2001, foi aprovado nos EUA o «Patriot Act». Autorizou que se espiasse a conta bancária, o registo de saúde, os telefones e os emails, que se detivessem indefinidamente imigrantes, e ainda que se revistassem casas e empresas (sem sequer conhecimento dos visados!) e que se acedesse ao registo dos livros que se pedem nas bibliotecas. E quando se fala em «espiar», é porque não há autorização dos tribunais, ou um inquérito judicial em curso.

O resultado foi o que se vê no gráfico abaixo.
Mais de 99% dos mandados judiciais que resultaram desta intensiva espionagem interna não se relacionam com terrorismo.

(Imagem encontrada, via Der Terrorist, na New York Mag, onde também se encontra a edificante história do «Department of Homeland Security», criado após o 11 de Setembro e que hoje emprega mais de 200 mil pessoas com um orçamento de mais de 100 mil milhões de dólares.)

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